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DIRIGINDO O VEÍCULO


ANTES DE DIRIGIR, VERIFIQUE:
1. Se os pneus estão bem calibrados;
2. O nível do fluido de arrefecimento (radiador), óleo (motor e freio) e água  para o limpador de para brisa;
3. Se os espelhos retrovisores estão na posição correta;
4. Se os equipamentos do veículo estão funcionando;
5. Se a regulagem do banco esta boa;
6. Se há combustível suficiente;
7. Se o cinto de segurança funciona corretamente;
8. Planeje seu itinerário, evite passar por locais de movimento excessivo, como uma escola ou casa de show no horário de entrada ou saída.
9. Se você esta em condições de dirigir no percurso desejado.
10. Antes de viajar, faça uma boa revisão em seu carro, pneus (estado e calibragem, inclusive o socorro), freios (pastilhas, óleo, lonas), motor (check-up geral), radiador (água ou fluido), luzes e demais equipamentos (chave
de roda, triângulo. Use (passageiros também) roupas leves, folgadas e confortáveis; não obstrua a sua visão traseira e lateral com malas; não use bebidas alcoólicas, descanse bem antes de cair na estrada; planeje o seu roteiro (estradas, postos de combustíveis e rodoviários, locais para pernoite ou apoio).
Lembre-se, o fracasso da sua viagem pode acontecer devido a um "pequeno" problema desse. Veja mais sobre o assunto, na página de DIREÇÃO DEFENSIVA.

NA DIREÇÃO DO VEÍCULO:
1. Olhe sempre para os retrovisores, tenha conhecimento de quem esta ao seu redor.
2. Tenha sempre o controle e o domínio do veículo, respeite seus limites e os do veículo.
3. Evite trafegar no fundo de ônibus e caminhões, se for o caso, faça com que o condutor saiba que você esta atrás dele e mantenha distância. O mesmo procedimento para as laterais.
4. Assim que começar a escurecer, acenda as lanternas e a noite use sempre os faróis, mesmo que a via seja iluminada (o não uso é infração), no caso de chuva, é sempre recomendável acender os faróis, você estará mais visível.
5. Dirija sempre com atenção, evite parar bruscamente e sinalize sempre sua intenção.
6. No caso de derrapagem em curvas, nunca pise no freio, tire o pé do acelerador
e se o carro for com tração dianteira gire o volante para dentro da curva (ele tende a sair de frente), se a tração for traseira ele tenderá a sair de traseira portanto gire o volante para o sentido oposto ao da curva.
7. Se tiver que parar o carro na pista, sem acostamento ou numa emergência, acione de imediato o pisca- alerta, observe e procure desembarcar com segurança
e coloque o triângulo de sinalização numa distância de no mínimo 40 metros e sempre na linha reta da lateral traseira do seu veículo voltado para a pista, para dar uma distância de segurança lateral.
8. Evite dar freadas bruscas e que venham a travar os pneus, isso faz com que você perca estabilidade e o controle do veículo, principalmente na chuva, assim como não freie dentro das curvas, é perigoso, reduza a velocidade antes de entrar nela.
9. Respeite a sinalização, os seus limites e os do veículo, procure a boa convivência com os outros condutores e pedestres.
10. Veja mais dicas para a condução em dias de chuva.


DROGAS E BEBIDAS ANDAM SEMPRE NA CONTRAMÃO.

Mesmo em pouca quantidade, o álcool e as drogas provocam alterações no comportamento e na capacidade física de quem os consome, também, podem dar uma falsa sensação de segurança:

1) Sua capacidade de percepção de velocidade e distância estará reduzida;
2) Perde-se toda ou quase toda a percepção e consciência de situações de perigo;
3) Ocorre distúrbios visuais;
4) Sua capacidade de reação rápida diante de emergências é reduzida.
5) Dirigir embriagado agora é crime de trânsito, além da multa gravíssima (180 UFIR) multiplicada por 5 e suspensão do direito de dirigir;
6) O limite máximo de álcool ingerido é de 0,6 decigramas por litro de sangue, que corresponde a duas doses de bebida destilada ou até 3 latas de cerveja;
7) Mesmo abaixo desse limite, o risco de envolvimento em acidente de trânsito aumenta 4 vezes;
8) Para cada dose ingerida, o tempo para eliminação é de 1 hora, por isso não adianta tomar café forte, fazer exercício físico ou tomar banho frio, você só vai ficar mais cansado, molhado e com frio;


VEJA OS EFEITOS


Nível de álcool no sangue g/litroEfeito sobre o motorista 1ª DOSE
0,20 – 0,30Quase todos os indivíduos apresentam alteração de resultado do eletroencefalograma. Falsa estimativa de distância e velocidade.

COMEÇO DO RISCO.


2ª DOSE
0,30 – 0,50Mais de um quarto dos indivíduos são incapazes de conduzir
corretamente. A fusão ótica das imagens é perturbada e a sensibilidade
diminuída.

RISCO AUMENTADO.
3ª DOSE


0,50 – 0,80Pouco efeito aparente. Tempo de reação alongado. Euforia do condutor. RISCO MULTIPLICADO POR QUATRO.
0,80 – 1,50Reflexos mais alterado. Diminuição da vigilância. Condução
perigosa. RISCO MULTIPLICA POR VINTE E CINCO.
1,50 – 3,00Diplopia (visão dupla). CONDUÇÃO PERIGOSÍSSIMA.
3,00 – 5,00Embriaguez profunda. CONDUÇÃO IMPOSSÍVEL.
Mais de 5,00COMA, podendo levar à morte.
O limite máximo de álcool no sangue, admitido pelo legislação brasileira, é de 0,60g por litro de sangue. Acima deste limite, há apreensão da carteira e do veiculo, além de multa.


Lembre-se Sempre
Não beba antes de dirigir;
Os efeitos do álcool são mais fortes se você estiver de jejum;
O único remédio é o tempo, espere uma hora para cada dose ingerida;
Se você vai sair para se divertir, deixe o carro em casa, utilize um táxi,
carona ou ônibus;
Não sirva bebida alcoólica ou deixe beber alguém que você sabe quevai
dirigir;
Uma das maiores causas de acidentes é o uso de bebida alcoólica.



ENCOSTO DE CABEÇA

Encosto de cabeça não é enfeite

Complemento dos bancos dos carros é na verdade um importante item de segurança para o motorista.
É comum os motoristas, antes de sair dirigindo, regular a altura e a distância do banco, os espelhos retrovisores (interno e externos). No entanto, é difícil encontrar alguém que tenha o hábito de ajustar a altura do encosto de cabeça dos bancos. Como qualquer outro equipamento de segurança presente no veículo, sua
eficiência depende exclusivamente de ser utilizado da maneira correta.
De acordo com Fabio Racy, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), um referencial para ajustar o acessório é colocá-lo na linha (altura e direção) dos olhos, nem acima nem abaixo da nuca. Ajustado desta forma, o centro do encosto (local onde a cabeça deve bater em caso de impacto) em uma colisão traseira, por exemplo, evita a ocorrência do efeito 'alavanca' ou
'chicote' - onde a cabeça fica desprotegida movimentando-se livremente para frente e para trás - o que pode provocar sérias lesões no pescoço e na coluna cervical e comprometer os movimentos dos braços e das pernas. 'Há situações (acidentes) em que as pessoas podem ficar até tetraplégicas', afirma Racy.
Para os especialistas, o motorista brasileiro ainda não tem noção das
conseqüências do uso incorreto do encosto de cabeça. 'O ideal seria campanhas educativas que possam incentivar e orientar as pessoas a utilizar o acessório inclusive nos bancos traseiros', comenta Alexandre Novaes, coordenador de Segurança Veicular da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA). Com o objetivo de assegurar mais segurança ao motorista e passageiros contra impactos que podem ocasionar lesões na coluna e no pescoço, o Conselho Nacional
de Trânsito (Contran), por meio da resolução 044/98, instituiu a obrigatoriedade do encosto de cabeça nos bancos dianteiros laterais (próximos aos vidros das portas), nos veículos nacionais e importados zero-quilômetro. No assento central (presente em picapes, por exemplo) e nos traseiros instalar o acessório é opcional. A falta do equipamento no carro está prevista no artigo 230, item 10 do Código de Trânsito Brasileiro e estabelece infração grave com multa no valor de R$ 127,00, além de acumular cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Os modelos mais antigos, onde o acessório ainda não era tratado como item original de fábrica, estão livres desta penalidade. No entanto, a orientação do Departamento de Trânsito (Detran) para os proprietários que mesmo assim desejarem adaptar o equipamento é sempre procurar empresas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). 'Esta é a garantia que o consumidor tem que o equipamento foi testado e aprovado; comenta Antônio Araújo, chefe da Divisão de Veículos do Detran. Vale ressaltar que no momento de projetar um veículo cada montadora fica responsável por escolher que tipo de encosto vai
utilizar. Em modelos esportivos, por exemplo, é comum adotar o encosto vazado que auxilia o motorista em manobras de marcha à ré. A maior preocupação dos fabricantes é com relação a fixação e o material a ser utilizado na composição do acessório (ferragem, espuma, borracha, estofamento) que não deve ser nem muito rígido (de forma a machucar a cabeça) nem muito maleável (a ponto de
quebrar com o impacto).

Uma dica: a postura ao volante é o primeiro passo para dirigir com segurança e,
para tanto, a cabeça deve ficar bem próxima do encosto e com o pescoço relaxado.

 

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